terça-feira, 15 de agosto de 2017

Avisa pra Ludmilla que eu CHEGUEI

Perdão pelo trocadalho do carilho, mas eu não resisti. Já perdi as contas de quantos blogs criei, mas por uma auto crítica absurda e uma ausência de confiança na minha pertinência nada foi perpetuado.
Mas pensando aqui, quem te diz o que é pertinente e o que não é?
Cada pessoa é única e tem um interesse diferente do outro, a graça é que de vez em quando a gente se encontra em algo comum. E o que eu quero aqui, é praticar minha escrita e encontrar aquele intervalinho da interseção dos interesses com vocês caros leitores. Afinal, eu espero ter pelo menos um que não seja eu e meus pais.
O primeiro desafio, apesar de gostar de escrever e falar de mim, e de tudo que gosto (e o que não gosto também), será trabalhar minha objetividade, sempre fui um terror em redação, não por não saber escrever, mas pra chegar nas benditas 20 linhas obrigatórias. Porém, estamos na era do fácil acesso a informação e uma comunicação muito mais ágil precisamos ao mesmo tempo ser muito claros com o que falamos. Então, estamos aí trabalhando fortemente nisso.
Mas Ana, do que diabos você vai falar?
More, TUDO. O que me for acessível e minimamente compreendido por mim, o que até me estimula a correr atrás e conhecer coisas novas. Sou doida por livros, então será uma certa maioria nas postagens. Mas gosto de comida, filmes (só não esperem terror, serião, 100% medrosa), maquiagem, o que eu achar que tá valendo no momento.
Ah, uma coisa que eu gostaria de falar aqui também é da minha faculdade, e tenho fé foco, força de futuramente falar também da profissão. Faço Publicidade e tenho uma pontinha do pé enxerida no Jornalismo. Então espero poder contar algumas coisinhas da minha rotina da faculdade também, e otras cositas más.
É basicamente isso, gente. Quero crescer e quero ter gente crescendo comigo, como pessoa e profissionalmente, sempre, isso nunca termina, e pretendo compartilhar essa viagem aqui. E chega, se não perde a graça e conto tudo.

Sejam bem-vindos, seus lindos ❤

Gente, passei das 20 linhas!

Somos a geração do desapego. E somos um monte de bundões também!

  Nunca se falou tanto em amor e nunca se teve pensamentos tão opostos ao que se prega.   Você já se sentou com alguém com que se sinta ...